Resumimos toda a nossa viagem do mesmo modo que José Saramago, o autor de “Memorial do Convento”, afirmou que Mafra seria.
Foi “mortos” de sono que por volta das seis da manhã partimos para esta longa viagem. Acompanhámos o amanhecer de um dia cinzento, ouvimos o presidente e os elementos da AE a tentar seguir as pisadas de Pedro Abrunhosa ao som de 'Sei-te de cor' , observamos infinitas planícies e relevos acidentados e montanhas que pareciam tocar o céu.
Após duas horas e meia (por volta das 8.54h) e uma curta pausa para lanche, prosseguimos viagem (e continuamos a comer no autocarro). A vontade de chegar era grande, embora a viagem prometesse ser longa o que fazia com que fossem constantes os pedidos para colocar música.
Faltavam cerca de 75 km para a capital, quando o cansaço proveniente desta longa viagem já se fazia sentir, esperava-se, então, pela próxima paragem, no destino, Mafra.
E ao longe já se avistava mais um marco da nossa cultura, da nossa história, da nossa arquitectura: o convento de Mafra! Restava saber qual a razão para Saramago ter escrito a história desta obra!!!
O teatro foi fantástico, os atores, os efeitos sonoros e a luz fizeram com que a nossa atenção fosse mais facilmente captada e contribuíram para uma maior aprendizagem.
O almoço foi um momento de convívio e fraternização entre alunos e professores.
De seguida, divididos em grupos e com o acompanhamento de professores e guias, os alunos fizeram uma visita guiada ao Palácio Nacional de Mafra (fotos).
A visita foi de tal modo interessante que fascinou os alunos, dando-lhes uma maior vontade de ler “Memorial do Convento” e de voltar a fazer a visita a um monumento deslumbrante.
E foi em clima de festa e não “arrastados” que se realizou a viagem de regresso para Arouca.
“…e é a vontade dos homens que segura as estrelas”, e é essa mesma vontade que cada aluno tem em voltar a visitar o Palácio Nacional de Mafra!