Deslocação a Aveiro (Projeto DAC 11ºD)
O 11ºD, no âmbito do seu Projeto DAC - Sustent’Habilidade Voluntariado Social/Em prol do Cancro Pediátrico - tem como grande meta apoiar a Calioásis cuja estrutura nasceu a partir da experiência da sua fundadora – Anabela Figueiredo - enquanto mãe de um jovem com cancro.
A Calioásis, e a sua Associação, pretendem recuperar uma antiga casa florestal para que crianças e jovens com cancro, assim como as suas famílias, possam desfrutar nas pausas dos internamentos de alguns dias de lazer. Deseja, portanto, fazer nascer um centro de bem-estar que disponha de equipamentos ajustados à realidade e circunstância de cada família. Para além deste grande objetivo cuja concretização depende, evidentemente, de fundos, a Calioásis move-se também pela dinamização de diferentes projetos cujo fim último é sempre proporcionar sorrisos e algum alívio na dura realidade que meninos com cancro e respetivas famílias vivenciam. É justamente neste contexto que surge a primeira parte do Projeto DAC do 11º D cujo primeiro passo foi realizado no sábado, 12 de fevereiro, em Aveiro. A turma, representada pela sua diretora de turma e por 3 alunas, Beatriz Silva, Inês Almeida e Vera Reis, deslocou-se a Aveiro com o intuito de oferecer à Calioásis uma série de ofertas produzidas pela turma: livros infantis, cartas e caixinhas de mimo contendo lembranças e mensagens de força e coragem. Estas ofertas, por sua vez, serão distribuídas a 14 meninos com cancro internados no Hospital Pediátrico de Coimbra, no dia 15 de fevereiro, data em que se assinala internacionalmente o cancro pediátrico.
Aproveitando a deslocação a Aveiro visitaram-se alguns pontos de interesse para o estudo da disciplina de Geografia, nomeadamente as Salinas da Troncalhada, o Museu da Vista Alegre e, na Costa Nova, as casinhas típicas daquela região.
Para além de relembrar alguns conteúdos referentes ao Haff-Delta de Aveiro nas salinas do Ecomuseu da Troncalhada, contactamos, na região de Ílhavo, com a estrutura económica e social construída em redor da fábrica da Vista Alegre onde, na altura, as famílias tinham, para além do empego, casa, creche e escola para os filhos, serviços religiosos e de lazer. Parte das estruturas da fábrica funcionam hoje como hotel de luxo, demonstrando-se in loco novas oportunidades para o mundo rural assim como a reconversão de áreas industriais antigas naquela que foi a primeira fábrica portuguesa de porcelana.
Na praia da Costa Nova vimos os "palheiros da Costa Nova” que hoje são casas de habitação pitorescas, de riscas, originalmente em tons de vermelho ocre e preto e antigamente utilizadas como armazéns de alfaias da pesca. Aqui, nos nossos dias, podemos encontrar casas de férias, hostels, hotéis, espaços de restauração e de comércio, entre outros.
Anexamos um conjunto de fotografias através das quais todos poderão acompanhar o nosso projeto e a nossa viagem.